"Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil: em que espelho ficou perdida a minha face?"
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
"Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil: em que espelho ficou perdida a minha face?"
domingo, 14 de outubro de 2012
“As conversas andam tão sem assunto. Os dias andam tão opacos. As pessoas, desinteressantes. A vida, morna. E é isso que está me matando. Esses tempos sem sal.
Onde foi parar a autenticidade? Os reencontros e novidades? O brilho amarelo do Sol entrando pela janela? Onde está aquele gostinho doce e suave da esperança?
Sinto-me vagando, vazia, pelo vácuo do universo, sem ninguém a quem me apoiar.
Preciso por os pés no chão.
Preciso voltar para o começo. Tentar consertar os meus caminhos. Regar-me de coragem e encarar a vida.
Não é porque você não está comigo, que tudo está perdido. Pelo contrário, agora que vou realmente me achar.”
—
10/09/2012 – Resabinar.
sábado, 15 de setembro de 2012
Esquece.
Não vou atrás de ninguém. Não mais. Ontem eu quis desesperadamente a sua
companhia lá naquele banco da praça, quis ficar ali com você a noite toda se
pudesse. E quando fui embora pensei em te ligar, dizer pra voltar amanhã, vir
me fazer sorrir. Mas não. Hoje eu acordei e pensei que seria melhor não, eu não
quero me apegar em ninguém, não quero precisar de ninguém. Quero seguir livre,
entende? Mesmo que isso me faça falta, alguém pra me prender um
pouquinho. Vou me esquivar de todo sentimento bom que eu venha a
sentir, não levar nada a sério mesmo. Ficar perto, abraçar de vez enquando,
sentir saudade, gostar um pouquinho. Mas amar não, amar nunca.
- Caio Fernando Abreu
domingo, 9 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
“Eu acho que eu fui dura demais, mas eu não posso amolecer esse coração agora. Não, eu não posso fraquejar e por favor, não me faz ceder. Não é orgulho, é só auto proteção. Como diria nossa querida Tati Bernardi ” é uma mistura de vontade de chegar mais perto com vontade de me proteger. ” E você mal sabe que eu uso a sua música como inspiração para escrever aqui. Eu sei que em vice versa, eu não tenho nada a ver… Não sou eu e talvez nunca seja. Por esse motivo, antes mesmo de começar, eu já desisti. Medo de sofrer, é isso. Porque quando eu sofro não é pouquinho, é quase entrar em coma com a alma, é duro demais para mim. Eu só me pergunto… Poxa, por que é que você estragou tudo ? Saiu tudo errado ou talvez eu tenha sido o erro. Vi coisas em ti que hoje desapareceram, fiz planos para nós que você nem ficou sabendo. Mas ainda assim, por que não me deixou desfrutar disso de verdade ? Por que você é do mundo e eu tão de casa ? Eu sou tão bonita por dentro, por que você não fez por merecer ? Não era pra sair assim e talvez a única saída fosse recomeçar, mas talvez eu já não tenha mais coragem para isso.”
— Bruna Lopes
quinta-feira, 19 de julho de 2012
“Minhas dores ninguém entende. Minhas dores, meus vazios, minha necessidade de ficar longe dos outros. Começo a desconfiar até de pessoas que sempre confiei. Agora jogo toda a confiança que eu tive um dia fora, não irei mais confiar ou muito menos depender. Estou sozinha, sou sozinha, luto sozinha. Da minha dor, ninguém entende. Da tristeza dos meus olhos, ninguém jamais irá compreender. Entrego um corpo vazio ao mundo e guardo minha alma para eu mesma.”
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