“Minhas dores ninguém entende. Minhas dores, meus vazios, minha necessidade de ficar longe dos outros. Começo a desconfiar até de pessoas que sempre confiei. Agora jogo toda a confiança que eu tive um dia fora, não irei mais confiar ou muito menos depender. Estou sozinha, sou sozinha, luto sozinha. Da minha dor, ninguém entende. Da tristeza dos meus olhos, ninguém jamais irá compreender. Entrego um corpo vazio ao mundo e guardo minha alma para eu mesma.”